Rota do Românico do Vale do Sousa


Verdadeiramente fascinante, por entre terras e a tranquilidade dos rios que envolvem o Vale do Sousa, começa a História do nosso País.
  Pode-se sentir a magia onde, no século XI, duas das cinco famílias nobres portuguesas, os Ribadouro e os Sousa tiveram domínio proveligiado.
  Uma Rota fundada nas memórias do Românico, o Mosteiro de Santa Maria do Pombeiro, a Igreja de São Vicente de Sousa, a Igreja do Salvador de Unhão, a Ermida da Nossa Senhora do Vale, o Mosteiro do Salvador de Paço de Sousa e tantos outros monumentos... que convidam a uma viagem inspiradora a lugares com história, junto de singulares conjuntos monásticos, igrejas, memoriais e torres senhoriais, repleta de saberes e sabores - a região do Vale do Sousa.





O majestoso Mosteiro de Santa Maria do Pombeiro, com lendas de encantar...







                                                            Uma inspiração ao passado...










O faustoso Altar- Mor em talha dourada.







                                                                 Um pormenor do altar...









 O Mosteiro Beneditino do Salvador de Paço de Sousa, onde repousam os restos mortais do Aio do Primeiro Rei de Portugal, Egas Moniz...







                         O tumúlo de Egas Moniz...






A beleza interior do Mosteiro de São Pedro de Ferreira...









Hallowen em Vilar de Perdizes



Noite mágica em Vilar de Perdizes. Percorrendo as ruas da aldeia, numa noite inesquecível...

O Halloween celebrado na conhecida aldeia de Vilar de Perdizes, proporcionou aos curiosos a oportunidade de viverem uma noite nada igual ao rotineiro. Os restaurantes encheram-se de gente vinda um pouco de todo o lado a par de uma encenação muito bem conseguida pela companhia de teatro Filandorra.


                                                                                                 
O teatro de rua que juntou muitos curiosos, primeiro junto à Junta de Freguesia, depois à entrada dos restaurantes que participaram e de seguida, o percurso pelas ruas mais escuras da aldeia, sempre acompanhados pela animação do grupo de teatro... foi fantasmagórico ... só vivendo aquela experiência, muito divertida, que terminou no largo da aldeia, com a queimada esconjurada pelo incontornável Padre Fontes.


A ementa muita sugestiva

glitters

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Semana Amorosa

Obra-prima da arquitectura popular


 O cais palafítico da Carrasqueira, único da Europa, é obra-prima da arquitectura popular. É construído de estacas de madeira irregular, aparentemente frágeis, das décadas de 1950 e 1960, que servem de embarcadouro aos barcos de pesca que ali acostam. Ora estão enterradas no lodo, ora na água, consoante  as marés. Está integrada na reserva natural do Estuário do Sado. O Cais Palafítico da Carrasqueira,  é  um dos locais mais visitados do concelho de Alcácer.



 Muito próximo, a praia da Comporta...


Nem só o Verão convida a visitar a Comporta, em todas as alturas do ano existem motivos na sua área envolvente. Se gosta da Natureza, pode conviver com as cegonhas, observar os golfinhos e outras tantas espécies que fizeram do estuário do Sado, a sua residência permanente ou etapa migratória. Além do clima privilegiado, pode-se observar a grande extensão das praias de areia branca.

Não perca a oportunidade...

 ...de visitar a exposição, no Museu Nacional de Arte Antiga
 "Portugal e o Mundo nos séculos XVI e XVII"

Portugal construiu um império único no Mundo e, nesta exposição está bem visivível a grandeza de tudo o que os portugueses conquistaram, na Ásia, na África e na América.
É uma exposição grandiosa, pela qualidade e organização de tudo que se pode observar ao longo de toda a exposição.


À Descoberta da cidade de Tomar


  A cidade de Tomar apresenta uma grande riqueza de património, quer edificado quer natural.

Conhecer Tomar de uma perspectiva diferente, subindo as escadinhas da Nª Sª da Piedade, descobrindo espaços rurais, seguir o Aqueduto dos Pegões, observar o Castelo Templário e o Convento de Cristo, é uma bela aventura...



O interior da famosa janela do Convento    


A famosa janela do Convento

A beleza do interior do Convento de Cristo


A importância das viagens em busca da paz interior...

Depois de ter lido um artigo do escritor Ramiro Calle, quis partilhar, aqui, algumas afirmações que ele faz, com as quais também concordo..." A vida em si é uma viagem - que começa e acaba dentro de nós. A diferença entre o turista e o viajante, está na atitude; no estado de alerta sereno que permite conhecer, observar, ser observado... Enfim, toda a viagem é interior... Depois de centenas de viagens que fiz descobri a importãncia de manter a cabeça tranquila. Podemos ir a qualquer parte do mundo, mas se nós não estivermos calmos, não serve de nada". Decartes dizia "Penso logo existo", Ramiro Calle afirma "Quando não penso, existo mais". Neste sentido, desfrutar da cada momento, com consciência dos sentimentos, sem julgar, é um desafio diário...

Desvendar o Património das Aldeias do Xisto...

"Os Portáteis"

O Grupo "Os Portáteis" foi convidado para fazer a animação, na inauguração dos apartamentos, na antiga Escola da Aldeia Cimeira, no Concelho de Pampilhosa da Serra. Desta vez, foi dada oportunidade aos elementos da família dos músicos de participarem, foi um fim de semana de convívio muito divertido...

Desvendar o Património das Aldeias do Xisto é aventurar-se na descoberta de uma teia de emoções feita de história, religião, arquitectura, gastronomia, ecologia e cultura. Para a compreender, há que indagar como surgiram os nomes das aldeias, quando se estabeleceram as povoações. A arquitectura das casas de xisto é, por si só, património. O facto de termos conhecido Álvaro, uma dessas aldeias, ter falado com aquelas pessoas, ouvir as suas histórias, compreender as crenças e conhecer o seu património, foi uma mais valia...

A linda casa de Turismo Rural, A Casa dos Hospitalários, aonde pernoitamos, proporcionou-nos o contacto com uma paisagem invejável sobre o vale do rio Zêzere, considerado um dos mais belos vales fluviais portugueses.


A terapia da viagem...


"O mundo é um livro, e aqueles que não viajam leram apenas uma página",(Santo Agostinho). Eu acredito que dar um passo para fora da nossa área de conforto abre a nossa mente e o nosso coração para diferentes culturas, pessoas, lugares e coisas, dá-nos um melhor entendimento do mundo em que vivemos e de nós mesmos. Viajar tem a capacidade de estimular a imaginação e ajudar-nos a acreditar que qualquer coisa é possível. Se está à procura de tranquilidade ou quer uma dose de adrenalina, a viagem, quando escolhida corretamente, torna-se o ticket para uma jornada pessoal imperdível.

Para quê o viajar?

Porque, enfim, para quê o viajar? Todos os filósofos e todos os donos de hotéis são unânimes em dizer que se viaja para ver o que há de interessante no mundo. Ora, no mundo, só há de interessante, verdadeiramente, o Homem e a Vida. Mas para gozar a vida duma sociedade, é necessário fazer parte dela e ser um actor no seu drama: de outro modo, uma sociedade não é mais do que uma sucessão de figuras sem significação que nos passa diante dos olhos: Quando falo de sociedade não me refiro àquela que vem no High Life do Ilustrado: refiro-me às Sociedades, no plural e com S grande. Já o bom Flaubert falava da «melancolia das multidões estranhas». Essa melancolia é a mesma que se sente em vir de longe, para olhar para uma porta fechada. Quem for de Marco de Canavezes e queira gozar a vida, que fique em Marco de Canavezes, na Assembleia, na botica, e nos chás das Macedos! Se vier a Hyde Park ou aos Champs Elysées, vê só a Vida por fora, nos seus contornos exteriores. É como estar a mirar as paredes escuras de um teatro, onde se está a passar, por dentro e em grande luz, uma interessante comédia. Por isso, nós, os Portugueses, pessoas infinitamente filosóficas, chamamos ao viajar: andar por fora. Expressão perfeita e profunda. Andar por fora, que melancolia, que desconsolação, quando estar por dentro é que é o interessante! Dir-me-ão os donos dos hotéis e as companhias de caminhos de ferro que é necessário ir ver a Civilização. De acordo. Mas o que é a civilização de Paris? É o romance de Zola, e a descoberta de Pasteur, e o bom dito de Rochefort: e isso tudo vai ter connosco, onde quer que estejamos, pelo paquete. A melhor maneira de gozar a civilização, é ao canto do lume, de chinelas. Dir-me-ão ainda os donos dos hotéis que se devem admirar os monumentos e que Notre-Dame e Westminster são um elemento de educação. De acordo, estalajadeiros, de acordo! Para isso se inventou a fotografia. E, em resumo, meu querido Bernardo, grande foi a tua sabedoria em não querer andar por fora.
Eça de Queirós, in 'Correspondência'

Recomenda-se...

O jardim Buddha Eden encontra-se situado nos terrenos luxuriosos da Quinta dos Loridos, localizada no Bombarral, apenas a alguns quilometros a sul de Óbidos.
O "Jardim da Paz", Buddha Eden, foi concebido pelo Comendador José Berardo em resposta à destruição que ocorreu em 2001 dos Budhas de Bamiyan no Afeganistão. O jardim ocupa cerca de 35 hectares, com várias estátuas em terracota e várias esculturas colocadas entre a vegetação.

Viajar...viajar...viajar

Viajar pelos lindos fiordes da Escandinávia, naquela linda paisagem Nórdica, é fantástico...

Amigos...

Amigos do Peito
São aqueles que sentimos afinidades
que nos despertam saudades
que conhecem a nossa realidade!
Amigos do peito são aqueles que se tornam especiais
que se fazem essenciais
Nos ouvindo quando necessitamos falar
Nos calando quando necessitamos ouvir
Nos estimulando quando pensamos em desistir
Nos amparando quando achamos que vamos cair!
Amigos verdadeiros do peito
São aqueles que se entristecem com nossas derrotas
Que se sentem felizes com as nossas vitórias
Que caminham lado a lado na mesma direção
Sempre nos impulsionando
Quando a vida parece perder a razão
Amigos do peito
São amigos queridos,
Jamais esquecidos
E mesmo quando ausentes
Eles se tornam presentes
Porque estão bem dentro do peito
No nosso coração!
( Autor desconhecido)