O Carnaval em Loulé
Sob o lema “No Mundo do Espectáculo” , o Carnaval de Loulé atraiu muitos visitantes. Este ano, devido ao mau tempo, um número menor que nos anos anteriores.- Uma das apostas da Câmara de Loulé, foi passar a organização do Carnaval à comunidade, depois de os festejos de um dos mais antigos Carnavais do País se terem "profissionalizado" durante a década de 1970.
O Fado, o Bailado, o Teatro, o Samba e o Flamenco, entre outros temas ligados ao mundo do espectáculo, serviram de inspiração para a decoração de 15 carros alegóricos e respectivas tripulações.
Lindas...
Lindas...A sátira política não foi esquecida e ficou patente num carro que ilustrou os recentes casos de censura política à Comunicação Social.
No âmbito do Concurso de Grupos de Animação, lançado com o objectivo de abrir ao público em geral a participação no desfile de Carnaval, o grupo criado pela Fundação António Aleixo foi o vencedor.
Inspirados na figura de Carmen Miranda para criar os trajes e fazer coreografia , destacaram-se no meio do desfile, sobretudo pelas cores fortes.
Algarve e as amendoeiras em flor...
Mesmo ao lado, em Estoi, a Pousada do Palácio de Estoi. Esta Pousada foi construída no antigo Palácio de Estoi. Este Palácio está instalado numa região que regista ocupação desde o neolítico, com destaque para as Ruínas Romanas de Milreu - Monumento Nacional ( vale a pena visitar...). O Palácio foi adquirido pela Câmara Municipal de Faro em 1987 e, actualmente, está transformado em Pousada, com jardins fantásticos ao estilo de Versailles.
Vale a pena visitar...
O Palácio...
MONTALEGRE, UM LUGAR DISTANTE A DESCOBRIR...
Uma terra agreste, cheia de verdura onde
podemos encontrar uma porta aberta das gentes do Barroso, que não hesitam em abri-la a quem as visita. Pode-se ainda encontrar
as famosas "vacas barrosãs", que se alimentam nos lindos pastos, rodeados de cursos de água cristalina, brotando do meio das pedras ao longo da serranias... o que abrilhanta ainda mais a paisagem...
Fica um desafio a todos os viajantes... passem por lá e vão deliciar-se com os sabores dos enchidos, da famosa carne barrosã e, aproveitem a beleza indescrítivel da paisagem...
podemos encontrar uma porta aberta das gentes do Barroso, que não hesitam em abri-la a quem as visita. Pode-se ainda encontrar
as famosas "vacas barrosãs", que se alimentam nos lindos pastos, rodeados de cursos de água cristalina, brotando do meio das pedras ao longo da serranias... o que abrilhanta ainda mais a paisagem...
Fica um desafio a todos os viajantes... passem por lá e vão deliciar-se com os sabores dos enchidos, da famosa carne barrosã e, aproveitem a beleza indescrítivel da paisagem...
Vale a pena visitar...
Póvoa Dão
Aldeia típica totalmente reconstruída, que se localiza na freguesia de Silgueiros, a 14 Km a sul de Viseu. Está próxima das serras da Estrela e do Caramulo. Póvoa Dão, um dos mais antigos povoados da região, foi pela primeira vez referenciada nas Inquisições Afonsinas anteriores a 1258 e é hoje pioneira no turismo de aldeia e restauração.
Quem não viaja!!!
"Morre lentamente quem não viaja,
Quem não lê,
Quem não ouve música,
Quem destrói o seu amor-próprio,
Quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem se transforma escravo do hábito,
Repetindo todos os dias o mesmo trajecto,
Quem não muda as marcas no supermercado,
não arrisca vestir uma cor nova,
não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem evita uma paixão,
Quem prefere O "preto no branco"
E os "pontos nos is" a um turbilhão de emoções indomáveis,
Justamente as que resgatam brilho nos olhos,
Sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho,
Quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho,
Quem não se permite,
Uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da
Chuva incessante,
Desistindo de um projecto antes de iniciá-lo,
não perguntando sobre um assunto que desconhece
E não respondendo quando lhe indagam o que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves,
Recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior do que o
Simples acto de respirar.
Estejamos vivos, então!»
Pablo Neruda
Quem não lê,
Quem não ouve música,
Quem destrói o seu amor-próprio,
Quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem se transforma escravo do hábito,
Repetindo todos os dias o mesmo trajecto,
Quem não muda as marcas no supermercado,
não arrisca vestir uma cor nova,
não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem evita uma paixão,
Quem prefere O "preto no branco"
E os "pontos nos is" a um turbilhão de emoções indomáveis,
Justamente as que resgatam brilho nos olhos,
Sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho,
Quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho,
Quem não se permite,
Uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da
Chuva incessante,
Desistindo de um projecto antes de iniciá-lo,
não perguntando sobre um assunto que desconhece
E não respondendo quando lhe indagam o que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves,
Recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior do que o
Simples acto de respirar.
Estejamos vivos, então!»
Pablo Neruda
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