Algarve e as amendoeiras em flor...



Os campos floridos de amendoeiras em flor, estavam lindos...
Mesmo ao lado, em Estoi,  a Pousada do Palácio de Estoi. Esta Pousada foi construída no antigo Palácio de Estoi. Este Palácio está instalado numa região que regista ocupação desde o neolítico, com destaque para as Ruínas Romanas de Milreu - Monumento Nacional ( vale a pena visitar...). O Palácio foi adquirido pela Câmara Municipal de Faro em 1987 e, actualmente, está transformado em Pousada, com jardins fantásticos ao estilo de Versailles.


Vale a pena visitar...

O Palácio...


O interior de um dos salões...

As estátuas dos jardins... fantástico.


MONTALEGRE, UM LUGAR DISTANTE A DESCOBRIR...


Uma terra agreste, cheia de verdura onde
podemos encontrar uma porta aberta das gentes do Barroso, que não hesitam em abri-la a quem as visita. Pode-se ainda encontrar
as famosas "vacas barrosãs", que se alimentam nos lindos pastos, rodeados de cursos de água cristalina, brotando do meio das pedras ao longo da serranias... o que abrilhanta ainda mais a paisagem...
Fica um desafio a todos os viajantes...  passem por lá  e vão deliciar-se com os sabores dos enchidos, da famosa carne barrosã  e, aproveitem a beleza indescrítivel da paisagem...






Vale a pena visitar...



Póvoa Dão
Aldeia típica totalmente reconstruída, que se localiza na freguesia de Silgueiros, a 14 Km a sul de Viseu. Está próxima das serras da Estrela e do Caramulo. Póvoa Dão, um dos mais antigos povoados da região, foi pela primeira vez referenciada nas Inquisições Afonsinas anteriores a 1258 e é hoje pioneira no turismo de aldeia e restauração.


Quem não viaja!!!

"Morre lentamente quem não viaja,
Quem não lê,
Quem não ouve música,
Quem destrói o seu amor-próprio,
Quem não se deixa ajudar.

Morre lentamente quem se transforma escravo do hábito,
Repetindo todos os dias o mesmo trajecto,
Quem não muda as marcas no supermercado,
não arrisca vestir uma cor nova,
não conversa com quem não conhece.

Morre lentamente quem evita uma paixão,
Quem prefere O "preto no branco"
E os "pontos nos is" a um turbilhão de emoções indomáveis,
Justamente as que resgatam brilho nos olhos,
Sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.

Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho,
Quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho,
Quem não se permite,
Uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.

Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da
Chuva incessante,
Desistindo de um projecto antes de iniciá-lo,
não perguntando sobre um assunto que desconhece
E não respondendo quando lhe indagam o que sabe.

Evitemos a morte em doses suaves,
Recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior do que o
Simples acto de respirar.
Estejamos vivos, então!»

Pablo Neruda